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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Alunos com menos de seis anos não poderão ser matriculadas no 1º ano

Segundo a decisão do Conselho Nacional de Educação, a partir de 2012, na maioria dos estados, só poderá ser matriculada no primeiro ano do Fundamental a criança que completar seis anos até 31 de março.









Alguns colégios, como em São Paulo, conseguiram estender a data para 30 de junho.
Os filhos da analista de marketing, Cecília Matoso, estudam desde que tinham dois anos. Como só completam seis no dia sete de abril do ano que vem, por uma semana eles não poderão começar o Ensino Fundamental. “Eu acredito que meus filhos tem capacidade, já sabem ler e escrever e estão aptos a estar no primeiro ano”, afirma a mãe.
Em outra escola do Recife, a coordenação mostra aos pais as orientações que recebeu para a matrícula de 2012. “15% dos alunos que estão na educação básica, no próximo ano não vão estar. Fica muito difícil para as escolas conseguir conciliar esta nova proposta”, afirma Alessandra Bedeiro, coordenadora pedagógica.
Os pedagogos estão preocupados com algumas questões. As crianças vão ter que repetir um ano? As escolas vão precisar criar uma turma intermediária entre a educação infantil e o Ensino Fundamental? Com que conteúdo?
Maturidade, experiências sociais, os desenvolvimentos amplos, psicomotor, cognitivo Tudo isso é o que determina a condição de inserção do aluno dentro da sala e não só a idade.
Os donos de escolas particulares apelaram para o Conselho Estadual de Educação, querem reverter a decisão federal. Como o período de matrículas escolares está começando, assim, como os pais, precisam garantir as matrículas das crianças.
“Se a criança realmente está pronta para ingressar no Ensino Fundamental, e o pai se sente prejudicado, nós entendemos que ele pode pedir um relatório da escola, formal específico, e procurar o Poder Judiciário pra conquistar algum instrumento legal que faça com que a escola possa matricular com tranquilidade e com segurança, sem infringir nenhuma legislação”, comenta Arnaldo Mendonça, Diretor do Sindicato das Escolas Particulares.
Fonte: G1

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Como Iniciar a Alfabetização e o Letramento

Esta postagem tem como foco principal contribuir para o trabalho do professor alfabetizador, trazendo uma diretriz que facilite a prática pedagógica com ênfase no processo de alfabetização e letramento no Ciclo de Alfabetização. É importante lembrar que as sugestões aqui apresentadas terão a função de suporte sendo possível acrescentar às mesmas novas contribuições, uma vez que as atividades nesta fase não se esgotam e vão além da sala de aula.
Para o professor que está iniciando seu trabalho com alfabetização e letramento e para aquele que ainda está um pouco perdido em relação a como começar esse processo com seus alunos, postarei uma série de matérias que poderão contribuir para que você possa se organizar de maneira a ter um trabalho de alfabetização e letramento bem sucedido.

É de extrema importância um planejamento bem elaborado para uma efetiva aprendizagem dos alunos, caso contrário, o processo de ensino aprendizagem poderá ficar comprometido. Esse planejamento, no entanto só terá significado se o professor souber para quem ele está planejando.

A principal e também a primeira tarefa para o professor alfabetizador ter sucesso no seu trabalho é conhecer seus alunos. Na primeira semana de aula é importante dedicar-se a uma acolhida dos alunos de maneira dinâmica, demonstrando alegria e entusiasmo. Veja mais sobre o planejamento para a primeira semana em Boas vinda Bem Planejadas.

São primeiras semanas do ano letivo que definem as relações dos alunos entre si e com o professor e dos alunos com o professor, por isso é fundamental que o alfabetizador proporcione um ambiente onde as relações sejam de respeito e diálogo.
Uma boa sugestão para gerar esse ambiente é a construção dos combinados da turma.
1. O professor pode usar como estratégia para montar os combinados a observação do comportamento e atitudes dos alunos desde o início das aulas.

2. Elaborar com a turma, através de uma roda de conversa, os combinados da turma. Essa atitude faz com que as crianças se sintam co-responsáveis pela elaboração.

3. Estimular os alunos a falar de assuntos que você observou que precisam estar nos combinados, por exemplo, “Vocês acham que podemos jogar papel no chão?”. De acordo com a resposta dos alunos você pode incluir ou não esta frase na lista de combinados.

4. Considerar todas as sugestões dos alunos é muito importante para que nenhum se sinta de fora da elaboração dos combinados.

5. Após todas as discussões a respeito dos combinados, construir com a turma um cartaz com os combinados e deixar exposto na sala de aula. É interessante afixar o cartaz numa altura acessível aos olhos dos alunos para que possam consultá-lo sempre que necessário.

Veja algumas sugestões de frases que podem ser sugeridas no momento da conversas com os alunos:


 
Após a elaboração dos combinados o professor alfabetizador já tem condição de iniciar de forma mais organizada o processo de alfabetização, pois os alunos já compreenderam as regras de convivência em sala de aula.

É importante lembrar que durante todo o processo de construção e elaboração dos combinados a alfabetização e o letramento os alunos já haviam iniciado, pois participaram das interações em sala de aula escutando com atenção e compreensão, respondendo às questões propostas pelo professor e expondo opiniões nos debates com os colegas e professor, ou seja, desenvolveram capacidades para o desenvolvimento da oralidade, além das capacidades que contribuem para o domínio da escrita, da leitura e da produção de textos.

Para entender melhor estas capacidades dedicarei a próxima postagem para falar dos 05 eixos desenvolvidos pelo Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita (CEALE) da Faculdade de Educação da UFMG. Esses 05 eixos têm o objetivo de “sistematizar e discriminar as capacidades mais relevantes a serem atingidas pelas crianças ao longo dos diferentes momentos do Ciclo Inicial de Alfabetização, no contexto de um Ensino Fundamental de Nove Anos, proposto para o Estado de Minas Gerais.” (Coleção: Orientações para a Organização do Ciclo Inicial da Alfabetização, Caderno 2, pág. 7).

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

DIA DA ALFABETIZAÇÃO - Alfabetização: 6 práticas essenciais




Texto retirado de Ne.org.br


1 Identificar o que cada criança da turma já sabe





O que é


Avaliar o nível de alfabetização e as intervenções mais adequadas para cada aluno. Antes mesmo de entrar na escola, as crianças já estão cercadas por textos, mas o contato com eles depende dos hábitos de cada família. Assim, uma turma de 1º ano vai apresentar uma variedade enorme de saberes, com estudantes pré-silábicos (quando as letras usadas na escrita não têm relação com a fala), silábicos sem valor sonoro (representando cada sílaba com uma letra aleatória), com valor sonoro (usando uma das letras da sílaba para representá-la), silábico-alfabéticos (que alternam a representação silábica com uma ou mais letras da sílaba) e, finalmente, alfabéticos (que escrevem convencionalmente, apesar de eventuais erros ortográficos).

Ações


A atividade de diagnóstico mais comum é o ditado de uma lista de palavras dentro de um mesmo campo semântico (por exemplo, uma lista de frutas) com quantidade diferente de sílabas. Com base nela, é possível elaborar um mapa dos saberes da turma e planejar ações (leia o depoimento abaixo). Também vale usar os resultados das sondagens periódicas para informar os pais sobre os avanços de seus filhos.





Mapa dos saberes é a base para formar grupos


Foto: Marcio Lima







Os erros mais comuns


- Não usar as informações da sondagem no planejamento. Os dados do diagnóstico devem orientar as atividades, os agrupamentos e as intervenções.

- Não planejar atividades diferentes para alunos alfabéticos e não alfabéticos. Os que já dominam o sistema de escrita precisam continuar aprendendo novos conteúdos, como ortografia e pontuação.




2 Realizar atividades com foco no sistema de escrita




O que é


Criar momentos para que os alunos sejam convidados a pensar sobre as relações grafofônicas e as peculiaridades da língua escrita. A intenção é fazer com que eles investiguem quais letras, quantas e onde usá-las para escrever. Alguns exemplos de perguntas para a turma: a palavra que você procura começa com que letra? Termina com qual? Quantas letras você acha que ela tem? É por meio de reflexões desse tipo que as crianças entendem a ligação entre os sons e as possíveis grafias. Algo muito distinto do que se fazia até pouco tempo atrás, quando vigorava a ideia de memorização. Os alunos primeiro repetiam inúmeras vezes as sílabas já formadas (ba, be, bi, bo, bu) e depois tentavam formar palavras e frases utilizando as sílabas que já haviam aprendido ("O burro corria para o correio", "Ivo viu a uva" e outras sem sentido algum). Só depois de guardar todas as possibilidades, a criança começava a escrever pequenos textos. O pior era que, em muitos casos, o momento da produção nunca chegava.

Ações


Desafiar os alunos a ler e a escrever, por conta própria, textos de complexidade adequada ao seu estágio de alfabetização (leia o depoimento abaixo). No esforço de entender como funciona o sistema alfabético, as crianças vão inicialmente tentar ler com base no que conhecem sobre a escrita e onde ela aparece (cartazes, livros, jornais etc.), utilizando o contexto para identificar palavras ou partes delas. As questões que o professor faz para que a criança justifique o que está escrito e os conflitos cognitivos decorrentes dessas indagações e da interação com os colegas levam à revisão de suas hipóteses.





Listas para desafiar a turma a escrever


Foto: Raoni Maddalena


"Tenho clareza de que as crianças refletem sobre o sistema de escrita quando são desafiadas a ler e a escrever. Meu foco são os que ainda não estão alfabéticos. Para eles, preparo listas (de frutas, dos nomes da chamada etc.) e textos de memória (músicas, adivinhas etc.). Procuro ainda respeitar o tempo de evolução de cada aluno. Não dá para forçar que ele mude de hipótese só mostrando o que está errado. Esse é um processo cognitivo que depende de cada um."

Angela Viera dos Santos é professora do 2º ano da EE Josefina Maria Barbosa, em São Paulo, SP.





Os erros mais comuns


- Deixar o aluno escrever sem intervir nem fornecer informações. A criança só avança ao receber ajudas desse tipo do professor.

- Pedir que os alunos copiem textos. Esse exercício mecânico pode, no máximo, ajudar a memorizar.

- Não desafiar os alunos a ler. Procurar nomes em listas, por exemplo, é essencial para entender a lógica do sistema de escrita.




3 Realizar atividades com foco nas práticas de linguagem




O que é


Ajudar as crianças a entender como os textos se organizam e os aspectos específicos da linguagem escrita. Mais que enumerar as características dos diferentes gêneros, o importante é levar a turma a perceber as características sociocomunicativas de cada um deles, mostrando que aspectos como o estilo e o formato do material dependem da intenção do texto (por que se escreve) e de seu destinatário (para quem se escreve). "Isso se faz com a produção e a reflexão sobre bons exemplos", diz Neurilene Martins, coordenadora do Instituto Chapada, em Salvador.

Ações


As atividades mais consagradas são a leitura em voz alta e a produção de texto com o professor como escriba. Nas situações de leitura, o docente atua como um modelo de leitor: ele questiona as intenções do autor ao escolher expressões e palavras, retoma passagens importantes e ajuda na construção do sentido. Já nas ações de produção de texto oral com destino escrito (leia o depoimento abaixo), ao propor que os estudantes ditem um texto, ele discute a estrutura daquele gênero, escreve e revisa coletivamente, sugerindo alterações para tornar a composição mais interessante.





Produzir textos antes mesmo de saber escrever convencionalmente


Foto: Marina Piedade


"Em minha turma, todo dia leio uma história de literatura infantil. Dessa forma, as crianças entram em contato com a linguagem que se escreve - que, em vários casos, tem marcas distintas da oral. Também atuo constantemente como escriba. Quando vou escrever um cartaz, por exemplo, peço para os alunos me ajudarem com as ideias e que pensem na melhor maneira de comunicar o que queremos. É utilizando a língua escrita em contextos reais de comunicação que as crianças aprendem a ler e escrever de forma autônoma".

Luciana Kornatzki é professora do 1º ano da Escola Desdobrada Jurerê, em Florianópolis, SC.





Erros mais comuns

- Ler para a turma sem destacar as características da linguagem. Depois de uma primeira leitura completa, é fundamental mostrar as expressões que ajudam a construir a forma e o significado dos textos.

- Explorar apenas as características de cada gênero sem produzi-lo. Conhecer a estrutura não garante as condições para a produção. Aprende-se a ler lendo e a escrever escrevendo.




4 Utilizar projetos didáticos para alfabetizar





Contemplar, na rotina da classe, um processo planejado com a participação dos alunos que resulte em um produto final escrito (uma carta, um livro, um seminário etc.). Esse tipo de organização do trabalho preserva a intenção comunicativa dos textos (informar, entreter etc.), respeitando o destinatário real da produção. Com isso, fornece um sentido maior para as atividades a ser realizadas pelos alunos, já que eles sabem que o resultado final será lido por outras pessoas, além da professora. Nos projetos didáticos, as crianças enfrentam situações e desafios reais de produção. "Com isso, aprendem usos e funções da escrita enquanto aprendem a escrever", explica Cristiane Pelisssari. Uma das principais vantagens do trabalho com projetos didáticos é a possibilidade de articulação entre momentos de reflexão sobre o sistema alfabético e sobre as práticas de linguagem. Outro ponto positivo é a criação de um contexto para a leitura e a escrita: por estarem debruçados sobre determinado assunto, os alunos conseguem ativar um repertório de conhecimentos sobre o tema que estão pesquisando para antecipar o que ler e saber o que escrever (leia o depoimento abaixo).




Ações


Geralmente, os projetos estão relacionados à pesquisa de temas de interesse da criançada. Os alunos são convidados a buscar informações, relacionar conhecimentos, realizar registros, produzir textos e revisá-los. Uma das vantagens dos projetos é que eles proporcionam uma organização flexível do tempo: de acordo com o objetivo que se pretende atingir, um projeto pode ocupar somente alguns dias ou se desenvolver ao longo de vários meses.





Escrever para ser lido e compreendido


Foto: Raoni Maddalena


"Nos projetos didáticos, as crianças têm mais facilidade para tentar ler e escrever autonomamente porque conhecem o tema em que estão trabalhando. Outro destaque é a possibilidade de aliar a discussão do sistema e das práticas de linguagem. Num projeto sobre lixo, por exemplo, escrevemos listas de objetos recicláveis e mergulhamos na análise de bons modelos de panfletos informativos para criar coletivamente nossas próprias versões."

Ana Karina Zambaldi é professora do 1º ano da EMEB Professor Nelson Neves de Souza, Mogi-Mirim, SP.





Erros mais comuns


- Focar o trabalho excessivamente no produto final. Os alunos aprendem muito mais com todo o processo do que com a chamada culminância.

- Não aproveitar os projetos para refletir sobre o sistema alfabético. Os alunos devem realizar registros e ter atividades de leitura em diversas etapas, articulando o sistema de escrita com as práticas de linguagem.




5 Trabalhar com sequências didáticas




O que é 


Lançar mão de série de atividades focadas num conteúdo específico, em que uma etapa está ligada à outra. Na alfabetização, as sequências podem ser usadas para focar aspectos tanto da leitura como do sistema de escrita.

Ações


Na leitura, uma opção é ler com as crianças diferentes exemplares de um mesmo gênero, variadas obras de um mesmo autor, textos sobre um mesmo tema ou versões de uma mesma história (leia o depoimento abaixo). A sequência deve estar ligada aos propósitos leitores que se quer aprofundar. Se a ideia é ler para saber mais, a sequência deve contemplar as diversas etapas de pesquisa, da localização ao registro de informações. Se o objetivo é a leitura para entreter, a turma pode avaliar os recursos linguísticos utilizados para provocar suspense, comicidade etc. e criar um arquivo de expressões úteis para as próprias produções. Uma sequência semelhante pode ser preparada para apresentar desafios relacionados ao sistema de escrita. Numa lista de livros de bruxa, por exemplo, a garotada pode ser convidada a criar um título que tenha palavras específicas (como "a bruxinha malvada").





Ler várias versões para conhecer recursos de linguagem


Foto: Raoni Maddalena


"Uma das minhas sequências preferidas é a leitura de várias versões de um mesmo conto. Cada aluno se identifica mais com uma versão. Debatemos as diferenças entre as versões e nos focamos na linguagem. Às vezes, leio um livro cuja história começa com 'viveram felizes para sempre'. De cara, a reação dos estudantes é de estranheza, mas contribuo para que eles entendam que existem muitas formas de contar uma história, que a escolha das palavras e da ordem do texto muda muito a própria história e o sentido que ela traz."

Valdeci Gomes Oliveira da Silva, 48 anos, professora do 2º ano da EE Benedito Gomes, em Santo André, SP





Erros mais comuns


- Prever atividades sem ligação ou continuidade. Uma atividade deve preparar para a outra. Pode-se, por exemplo, começar lendo uma versão tradicional de Chapeuzinho Vermelho e terminar com uma carta do Lobo a Chapeuzinho.

- Não ter clareza dos objetivos da sequência didática. É fundamental ter em mente o que se quer ensinar e o que deve ser avaliado.









"Quando comecei a alfabetizar, não utilizava os resultados dos diagnósticos em sala de aula. Hoje, o mapa da classe funciona como um subsídio obrigatório para a organização de grupos de alunos com saberes próximos. Uma criança pré-silábica precisa de uma ajuda muito diferente de uma alfabética, por exemplo. Além disso, o diagnóstico me ajuda a planejar atividades diferenciadas. Ao mesmo tempo em que trabalho textos de memória com os que estão em hipóteses menos avançadas, promovo a leitura com os que já sabem ler."

Elienai Sampaio Gonçalves de Brito é professora do 1º ano da EM Barboza Romeu, em Salvador, BA.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Mãe em Tempo Integral!

Aproveitando a Licença-maternidade
para me redescobrir. Descobrir a capacidade inerente de toda mulher de ser 'mamífera' e através deste ato passar todo o seu amor para sua 'cria'.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Olha Ele Aí...


Família completa! Daniel nasceu no dia 25 de maio de 2011 às 20:58.


















domingo, 8 de maio de 2011

Dia das Mães do Brandão Monteiro


Apesar de estar de licença fiz questão de comparecer á Comemoração do Dia das Mães do CIEP Dep J C Brandão Monteiro.
























terça-feira, 3 de maio de 2011

Gravidez



A gravidez está sendo um carrossel de emoções e está chegando ao fim. No final do mês Daniel vai finalmente nascer.





















segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Colônia de Férias no Complexo do Alemão - Morro do Adeus

A equipe Social do Jornal VOZ DA COMUNIDADE, mais uma vez inovando e trazendo investimentos para a comunidade. Desta vez, será diferente, é uma campanha para arrecadar $$ pra realizar uma colônia de férias, para a principio 200 crianças do Complexo do Alemão.


Objetivo: Deixar a criança com a mente ocupada, brincando, correndo e interagindo com pessoas de outras comunidades do Alemão, também.

Objetivo principal: Mostrar às crianças outros caminhos que elas devem seguir, abrir os olhos delas, e mostrar o que há de melhor pra trabalhar e não seguirem o exemplo de traficantes, que hoje não estão mais na favela.


Como ajudar? Estamos disponibilizando uma conta bancária para que seja feito o depósito, em dinheiro, pra contribuir na compra dos seguintes itens:




- Camisas

- Onibus

- Lanches

- Refrigerantes


- Material para artesanato em geral

- Brindes para as crianças

- Brinquedos para diversão

-


Aluguel de brinquedos grandes pra colocar na rua


BANCO Santander


Ag.: 0925
C/C: 010005341


Titular: RENE SILVA DOS SANTOS

OBS.: Quando for ajudar, envie emai dizendo o valor e a data em que nos ajudou para concorrer à brindes! twitter @Rene_Silva_rj ou email jornalvozdacomunidade@gmail.com


Outras campanhas que fizemos através do twitter:


Distribuição de Cestas básicas: http://www.youtube.com/watch?v=DesjSJR-Og4



































































 
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