Últimos Acontecimentos

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quinta-feira, 22 de julho de 2010

Festa Junina: O CIEP Brandão Monteiro arrassou...

A festa junina foi muito proveitosa e diferente. As turmas do E.I. deram um show com as dancinhas graças a educadora Rachel e as outras turmas participaram ativamente das gincanas.

















(atualização das fotos em setembro/2010. Contribuição Rachel Nigre)

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Reconhecimento do nome: Chamadinha


Meu E.I., como todos os outros não é homogêneo, tem crianças de 4 e 5 anos, algumas pela primeira vez na escola e outras não.
No início do ano letivo, poucos reconheciam o próprio nome. Através da chamadinha e outros recursos, praticamente todos reconhecem o próprio nome.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Morre aos 11 anos com lápis na mão...

Wesley Gilber Rodrigues de Oliveira, de 11 anos, foi atingido por uma bala perdida no peito dentro da sala onde estuda, em um Ciep em Costa Barros. Ele foi levado para o Hospital Carlos Chagas.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Três horas...

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Cientistas do Amanhã - Desdobramentos


No 1º trimestre de 2010, as turmas de 2º ano estudaram o tema "Seres Vivos". Eles se encantaram pela vida dos peixes e de animais aquáticos de maneira geral. A educadora levou para eles o exoesqueleto de um caranguejo e eles ficaram encantados e mais interessados.
Conversamos sobre o corpo desses tipos de animais e trabalhamos algumas palavras relacionadas a esse tema.

domingo, 4 de julho de 2010

Por que não escolher um método de alfabetização?

Algumas questões conhecidas dos professores podem tornar mais acessíveis essas ponderações. A opção pelos princípios do método silábico, por exemplo, contempla alguns aspectos importantes para a apropriação do código escrito, mas supõe uma progressão fixa e previamente definida e reduz o alcance dos conhecimentos lingüísticos, quando subtrai o valor de uso e as funções sociais da escrita. Da mesma forma, os métodos de base fônica, embora focalizando um ponto fundamental para a compreensão do sistema alfabético, que é a relação entre fonema-grafema persistem em práticas reducionistas quando valorizam exclusivamente o eixo da codificação e decodificação pela decomposição de elementos que transitam entre fonemas e sinais gráficos. Por sua vez, os métodos analíticos, que orientam a apropriação do código escrito pelo caminho do todo para as partes (de palavras, sentenças ou textos para a decomposição das sílabas em grafemas/fonemas), apesar de procurarem situar a relação grafema/fonema em unidades de sentido, como palavras, sentenças e textos, tendem a se valer de frases e textos artificialmente curtos e repetitivos, para favorecer a estratégia de memorização, considerada fundamental. Essas três tendências podem ser consideradas perseverantes e coexistentes no atual estado das práticas escolares em alfabetização e da produção de livros e materiais didáticos em geral.
As práticas fundamentadas no ideário construtivista, ao longo das últimas décadas, trazem como ponto positivo a introdução ou o resgate de importantes dimensões da aprendizagem significativa e das interações, bem como dos usos sociais da escrita e da leitura, articulados a uma concepção mais ampla de letramento. Mas, em contrapartida, algumas compreensões equivocadas dessas teorias têm acarretado outras formas de reducionismo, na medida em que relegam aspectos psicomotores ou grafomotores a um plano secundário, reduzindo-os a restritas noções de prontidão ou de maturação, desprezando o impacto desses aspectos no processo inicial de alfabetização e descuidando de instrumentos e equipamentos imprescindíveis a quem se inicia nas práticas da escrita e da leitura, o que prejudica sobretudo as crianças que vivem em condições sociais desfavorecidas e que, por isso, só têm oportunidade de contato significativo com livros, revistas, cadernos, lápis, etc., quando ingressam na escola. Outra questão controversa diz respeito à oposição do construtivismo ao ensino meramente transmissivo, que limita o aluno a apenas memorizar e reproduzir conceitos e regras que lhe são apresentados prontos, sem que ele tenha a oportunidade de analisar o fenômeno em estudo e formular o conceito ou descobrir a regra.O problema é que, em nome da crítica à abordagem transmissiva, algumas interpretações equivocadas do construtivismo têm recusado ao professor o papel de agregar informações relevantes ao avanço dos alunos, como se todos os conhecimentos pertinentes à apropriação da língua escrita pudessem ser construídos pelos próprios alunos sem a contribuição e a orientação de um adulto mais experiente. Mais um problema resultante de interpretações errôneas do construtivismo tem sido a defesa unilateral de interesses e hipóteses das crianças, o que acaba limitando a ação pedagógica ao patamar dos conhecimentos prévios dos alunos. Essa limitação gera fracassos, porque compromete a proposição e a avaliação de capacidades progressivas e acaba sendo usada, pela própria ação pedagógica, como justificativa para o que não deu certo.

Do mesmo modo que as opções pelos métodos silábico, fônico ou global e as práticas inspiradas no construtivismo, algumas orientações inadequadas fundadas no conceito de letramento valorizam de forma parcial importantes conquistas como o prazer pelo ato de escrever e a inserção nas práticas sociais da leitura e da escrita, mas fragilizam o acesso da criança ao sistema alfabético e às convenções da escrita, deixando em segundo plano a imprescindível exploração sistemática do código e das relações entre grafemas e fonemas. Como conseqüência, dissociam, equivocadamente, o processo de letramento do processo de alfabetização, como se um dispensasse ou substituísse o outro, ou como se o primeiro fosse apenas ou um período de preparação ou umacréscimo posterior à tarefa restrita de alfabetizar.
Nesta proposta, entende-se alfabetização  como o processo específico e indispensável de apropriação do sistema de escrita, a conquista dos princípios alfabético e ortográfico que possibilita ao aluno ler e escrever com autonomia.
Entende-se letramento como o processo de inserção e participação na cultura escrita. Trata-se de um processo que tem início quando a criança começa a conviver com as diferentes manifestações da escrita na sociedade (placas, rótulos, embalagens comerciais, revistas, etc.) e se prolonga por toda a vida, com a crescente possibilidade de participação nas práticas sociais que envolvem a língua escrita (leitura e redação de contratos, de livros científicos, de obras literárias, por exemplo). Esta proposta considera que alfabetização e letramento são processos diferentes, cada um com suas especificidades, mas complementares e inseparáveis , ambos indispensáveis .
 
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